quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Lindas negras


7 comentários:

Anônimo disse...

Negra tem que ter rabão. Marca registrada e, quando da miscigenação, temos morenas lindas e 'japas' deliciosas ! Mulatas tesudas e 'loiras' maravilhosas. A 13ª foto me lembra que peguei uma, sem querer, parecida. A gatinha que está de perfil, com a máquina virada para o espelho, de calcinha e sutiã rosas. Estava de viagem pelo nordeste na direção do R.G do Norte, turistiando. Tinha 53 anos na época e parei numa praia em Aracaju, Sergipe. Um grupo de meninas chegaram de carro e ficaram ao do meu lado na praia e notaram não ser do lugar. Eu puxei conversa até porque queria saber um pouco da praia onde estava. Quando souberam ser carioca, pelo sotaque, começaram a sorrir e puxaram conversa. Brincavam comigo. Deixei rolar. Garotas... Todas na faixa dos 16 aos 20 anos de idade, soube. A mais velha veio dirigindo. Duas de 18 anos, uma com namorado e a outra noiva. A de 16 anos era irmã da que estava namorando. Bobinha mas já havia experimentando 'sorvetes'. Praia de Caueira. Levei na brincadeira também até porque gosto das mais velhas, das balzaquianas e lobas. 'Brotinho', 'gatinha', 'novinha' não me interessam muito e não procuram mais o tiozão mulato mas uma delas estava me encarando e com muita vontade. Era a noiva. Quando me levantei, todas calaram. Carioca do pinto grande e grosso deixa as mulheres, 'coroas' ou não, em estado de hipnose. Mais ainda que 'ele' é veiúdo. Fui até o mar e quem logo estava ao meu lado ? Ela. Batemos um papo: ' água quente, né ? Tem tubarão por aqui... tome cuidado...', disse. Agradeci. Logo conversávamos e descobri ser baiana e estar na casa da prima, a mais velha. Muito gostosa, notei ter aquela carne dura de uma boa mulata. Mais para negra mas de cor mais clara. Eu mesmo sou mais claro que ela apesar de mulato. Feijão carioquinha. E que bunda linda ! Sem marca alguma, carnuda, dura ! Aquela coisa que a gente não entende como a natureza fez aquilo tão perfeito. Ao mesmo tempo, macia e dura. E com coxas grossas e poderosas. 'Futevolei', disse. Tinha, no sul da Bahia, comido uma gaúcha quarentona com o marido, um sessentão, assistindo. Duas semanas atrás e estava louco por uma trepada. Pensava em 'pagar'.

Anônimo disse...

Mergulhei no raso com ela e voltamos para onde estávamos na areia. Paguei cerveja, refrigerantes e peixe para todas. Ficamos amigos. E a 'noivinha' me encarando. Quando fui pagar, ela me entregou um papel. Era o endereço de um lugar onde deveria estar. Era num shopping. Riomar. Naquela noite. Lugar público, fui. Carioca anda meio desconfiado... hoje, mais que mineiro. Cheguei uma hora antes andando pelo shopping e notei que todas estavam moças lá mas ela, a noivinha, não seguiu o grupo que foi na direção do cinemas. Ela veio até onde estava e convidei-a para jantar. Sushi. Ela, para idade, é bem corajosa. Falava com desenvoltura e não se faz de tímida. Logo, perguntei o motivo dela querer algo com um tiozão que, em poucos anos, seria um 'vozão'. Ela disse que estava querendo conhecer um homem mais velho.' De que forma ? nós, os mais velhos, vivemos mais, geralmente, somos mais experientes, por isso mesmo, os mais 'seguros', meu caso, mais 'claros' no que queremos e fazemos. Principalmente no que se trata sobre sexo...', fui bem claro já que estava com um plano B e era com uma trintona puta que deu bola um dia atrás, arranjei no hotel, e estaria de plantão noturno. Pagando, teria o rabo dela em poucas horas. Uma pernambucana baixinha, gordinha nas partes certas e de bunda grande.
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Anônimo disse...

Mas a novinha pegou o celular e ligou para a prima, ainda esperando a sessão de cinema começar, e disse que encontrara uma antiga( ridículo... com 18 anos ) amiga baiana no shopping e que iria até a casa daquela já que a amiga morava uns 2 anos na capital do Sergipe. Chegaria tarde da noite. E pegamos o meu carro, uma L-200 ano 2006, e fomos para a mesma praia que estivemos de manhã. omos para um quiosque enorme onde continuamos conversando e ela foi se abrindo, se abrindo. Pedi mais cerveja e pressionei um pouco colocando-a 'contra a parede'. disse que o noivo dela deve ficar cansado com uma morena tão gostosa e jogadora de futevolei, ou seja, bem preparada fisicamente, condicionamento físico de primeira. Ela contou um segredo. Era virgem. '18 anos... e virgem ? Peraí, o seu noivo tem quantos anos ?',' 20, vinte anos...', '... não, não tô entendendo. O teu noivo tem 20 anos e não tentou te comer ? Moça. Você é boa para caralho ! Gostosa pacas ! Com a idade dele, 20 anos, já tinha comido 4 meninas sendo que duas safadinhas de 13 e 15 anos... A Clara e a Neusa. Claro... precisei ter um cuidado todo especial para que elas permanecessem virgens. As outras duas eram mais velhas, uma de 19 e a outra da mesma idade que a minha. Aí fui na bocetinha mesmo... ele não tentou nada com você ? Nada ?',' Amor a primeira vista, seu Bira. Namoramos, noivamos e vamos casar daqui a 2 meses. Ele está me preservando para a grande noite. E eu tô me segurando... Ele é de família rica e religiosa, então, a cabeça foi muito bem feita pelos pais e parentes próximos sendo que a avó por parte de pai é muito, muito carola ! E ele respeita mesmo. Acho que é virgem também mas não tem coragem de dizer... Mas como o senhor fez com as duas meninas mais novas... deixa eu ver... ah ! Já sei mas conta...', perguntou e eu contei.

Anônimo disse...

' Ora, menina. O que você tem que chama mais atenção nos jovens ? É por ali mesmo que eu fui com as duas. Maior anticoncepcional que existe ! E as mulheres, apesar de doer e arder um pouquinho, no início, tem o prazer de sentir um homem dentro. Sentem o pau pulsando e os jatos de esperma, quentinhos. E, se tiver um bom espelho, se verem sendo enrabadas... Xi. Desculpe-me a sinceridade. Cerveja, já tô alto. São elas que me disseram. As mais velhas adoram ! No caso da Clarinha, ela bebia também. Já a Neusa, queria, de vez em quando, ser toda molhada... Dava, bebia mas gostava de ser toda molhada e como eu sou até hoje leiteiro, era show para ela. Bem dotado e leitei...',' leiteiro ? Como assim ?',' Produtor de leite. pô, não entendeu, moça ?',' entendi... e não doía ? Dar o bumbum ? Diziam elas que sim mas todas, até hoje, todas as mulheres com que transei querem me sentir lá. A Clarinha virou 'viada'. Adorava dar a bunda para mim até após casar. Viciou-se de tal forma que ficou arrombada. Já com 25 anos, filha de 2 anos, veio dizer que o marido queria a bunda dela e ela estava com medo de revelar o segredo de anos. 10 anos ! E olha que eu cuidava daquela bunda com imenso carinho. Pedi para que ela não me visse mais e, quem sabe, a natureza desse um jeito. Meses depois, ela veio dizendo que queria levar uma pirocada no rabo. Gozou feito louca mas teve uma ideia para enganar o corno. Um consolo. O consolo levaria a culpa ! Comprou um consolo pequeno mas que era maior que o pinto do marido. Disse pro marido, que acreditou !, ser o consolo menor que o caralho dele e queria usá-lo para acostumar-se por aquilo que estaria por vir. O corno caiu. Ela introduziu o bicho no rabo, gemeu, chorou, e tirou. O cara ficou louco e quis meter também ! Bingo ! ' Amor, você me arrombou... meu tesudo gostoso... olha como está o meu cuzinho...', disse pro chifrudo todo orgulhoso. Salvou o casamento. Eu, a partir daquilo, saí de perto da Clara. A Neusa não teve problema porque eu mesmo tirei a virgindade dela depois que o noivo foi pego com um amigo. Isso mesmo. Era viado. Fêmea. Dando a bunda numa festa numa mansão, num banheiro, da casa do caseiro. O caseiro estava comendo. Tinha bebido e não se controlou e um casal que estava na moita ouviu e chamou outro casal que chamou uma amiga que chamou ela, Neusa. Ela ria até que os dois saíram da casa. Um negão e ele, filho de italianos. Ela branquinha, filha de portugueses, desmaiou. No dia que me contou, quis levar na boceta com banho nos seios e no rosto. Se apaixonou e foi minha namorada por 5 anos até eu me mudar de onde morava e, vendo que era das mulheres, se separar de mim...', disse.

Anônimo disse...

Ficamos conversando e eu me fazendo e 'professor' com uma vontade enorme de comer aquela jovem de 18 anos mas pedindo para que ela tomasse coragem - sim, ela queria mas faltava coragem de pedir - e desse um 'fechado. Vamos para um lugar pois quero ser comida'. A lua era cheia, linda, no céu e dava para ver a praia e os contornos das dunas e mato com coqueiros altos. Ela estava impaciente e notei a impaciência dela. A bebida fazia efeito, não só nela com em mim. estava com o pau tão duro, mas tão duro, que, vendo ela sentada - se empinava dando para ver o delicioso rabo escondido numa calça branca com uma calcinha rendada, vi o 'cofrinho dela' , com um topinho com a marca do sutiã do biquíni aparecendo, fininho, na cor linda da pele queimada de sol. Seios duros, grandes ! Os bico estavam duros. ' Quer que eu te leve para a casa ?','... bem, sabe onde vai dar esta praia indo para o sul ?',' não... na realidade sei por que vim de lá, você veio como de Salvador ?', ' de avião... vai dar onde ?", " tem um rio lindo mas esta hora tem pouca gente. Quer ir lá conhecer ?',' quero'. Ela pediu para ir ao banheiro do quiosque e eu aproveitei para, na lata da cerveja mesmo que abri o topo da lata com a faca e limpei com os guardanapos de papel por dentro. Joguei azeite, que serviu para uma pizza com queijo coalho derretido, para dentro da lata. Fechei-a novamente. Aquele rabo seria meu à luz do luar. Ela voltou e paguei a conta. Fomos pro carro, eu segurando a latinha como se estivesse ainda com cerveja. Ela ia na minha frente e eu só pensava maldade com aquela bunda divina.
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Andava atrás e o meu pau começava a incomodar novamente. Pegamos o carro e seguimos. Ela, em silêncio. Eu, com o pau a meia bomba desde a saída do bar. Fiz uma força enorme para ele voltar a ficar 'tranquilo', ainda, no quiosque. Passaria andando como, com aquela gente toda nos olhando ? Sim. Um sujeito da minha idade com uma 'novinha' é atenção na certa. Já no carro, deixei que ele voltasse a inchar e endurecer. Pulsava. O porretão estava para o lado esquerdo. Doía. Mexi nele para não me machucar a cueca e chamei atenção dela. Ela, por fachos de luz dos postes, notou o grosso volume nas minhas calças. Senti a mão dela fazendo 'carinho' com os dedos e com as unhas. ' Desculpe-me. Grande assim nunca vi. Aliás, foi o que me chamou atenção, de todas as meninas, na praia...',' abra o zíper e tire ele. Faça o que quiser, moça ', disse, diminuindo a velocidade do automóvel.

Anônimo disse...

' Ela teve dificuldades de tirálo e eu precisei ajudá-la. Estava nervosa, afobada, segurava o tronco com força e puxava mas a pemba era grande demais. Estava 'presa'. E ela excitada. Vi no olhar dela. Pedi calma. Afrouxei o cinto da calça, desabotoei-a e livrei o bichão ! 26 centímetros para cima e ela não se conteve. Olhando para frente, indo para um lugar ermo, os postes, agora, alguns apagados, as casas cada vez mais separadas até a última delas e a estrada virar de terra. Vi que ela abriu bem a boca e meteu a glande enorme para dentro. Segurava com as duas mãos o tronco do caralho e já de quatro tetava ficar no banco do carona. Vi que eram meia noite e meia. Passei por um quiosque e depois, sem a luz dos postes, só com os faróis do carro na estrada de terra, passados uns quilometros, notei um outro quiosque fechado mas com pinta que estava vazio ou abandonado. Ela mamava e lambia o meu pirocão todo, de cima para baixo, de baixo para cima ! Nervosamente. Eu, com 53 anos, parecia um menino de 15 ! Segurava os cabelos dela e corria até a bunda dela. Tentava achar o cuzinho mas estava longe e não poderia perder a estrada que agora estava bem esburacada. Dizia: " Vai querer dar o bumbum para mim, vai ? Sentir o pau dentro deste rabo duro e macio, vai ? O papai aqui vai comer e será ali'. Ela parou de chupar o meu caralho e olhou para o quiosque. Bem pequeno, um barraco. Parei o carro com os faróis iluminando-o e, de pau para fora da calça - só abotoei o botão -, livrei-me dela pedindo calma e fui até lá. Rodei e não tinha ninguém. Olhei para direção do carro e vi as luzes dos postes longe, bem longe. Resolvi esconder o carro atrás do quiosque até porque a porta do mesmo estava do outro lado com um cadeado. Entrei no carro e rodei o quiosque escondendo bem o carro. Ninguém nos veria porque nada tinha mais para o sul, só um rio, se não me engano, o Real. Peguei uma pé de cabra que levo comigo no carro e quebrei o cadeado. Com as luzes do s faróis iluminando um pouco o interior, entrei. Nada tinha dentro só umas cadeiras, uma bancada onde ficaria um bar. Umas prateleiras de madeira. uma parede do quiosque era toda espelhada. Boa ! Ela entrou. ' Tem um espelhão... você me verá fazer o serviço... deixa eu pegar um colchonete que está na caçamba do carro', e fui buscá-lo. Botei no chão e abri bem a porta. Disse para ela sermos rápidos. Ela aceitou e tirou a calça e se pôs de quatro no colchonete, de frente pro espelhão. Estava tudo iluminado dentro do quiosque.

Anônimo disse...

Tinha me esquecido da lata com o azeite e fui ao carro pegá-la. Na volta já passava o azeite no pinto. Ela, de quatro, esperava o agulhão no rabo, de quatro, mas antes, passei azeite no cuzinho dela. Ela não tirava os olhos do espelhão. " Lá vai a injeção. Agora você perderá a sua virgindade anal...' e encostei a glande no cú dela que, mesmo ela bem empinada e assim abrindo a bunda, ainda as bandas escondia o 'precioso'. A glande abriu as bandas e achou o cuzinho. 'Nossa, está bem quente '!, disse da glande quando do encontro com o cú. Forcei e a glande foi entrando até sumir. Ela não sentiu dor. Rebolava e me olhava. 'Tá doendo pouquinho mas está bom...', disse a moreninha rabuda. Achei estranho porque mulheres mais velhas sentiram a entrada da minha glande. choraram até. era tesão e, talvez, anestesiada pela bebida exagerada. Mais fui rasgando e aí ela sentiu. O tronco é veiúdo e com circunferência gigantesca.

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Ela olhava fazendo cara de dor e eu resolvi parar. 'Relaxa, rebola, rebola, assim...', dizia para ela e ela me olhava e já com lágrimas saindo dos olhos. Continuei, jogando mais azeite no tronco. Penetrei mais e deixei ela se acostumar com o big intruso. Ela ficou de quatro mais agora com os braços estendidos e já sentindo um certo tesão. Via que estava de olhos fechados. Penetrei mais e ela pediu para parar. Mais da metade mas como ele é muito grosso. Parei. Ela fodeu o pau por minutos. Falei que iria gozar e que ela precisava sentir um macho socando o rabo dela com vontade. Ela consentiu e fodi forte. Ela se assustou , gritou com as estocadas fortes e alguns tapas na bunda dura. Segurava para ela não fugir e avisei que iria esporrar no cuzinho dela. Parei e o pau começou a pulsar... Ela sentiu e sorriu ! Tirei o pau e pedi para ver o estrago e ela, rindo, se jogou novamente no colchonete mas de bunda virada para o espelho, bem para cima. Adorou o que viu. Bem arrombado. Não sangrava e escorria porra. Ponto ! Fomos até o mar, nus. Nos limpamos com umas toalhas que sempre levo, para as praias desertas. Ela voltou agarradinha em mim e deixei que ela fosse para o prédio. Estava feliz ! peguei o telefone dela caso passasse por Salvador novamente. Passaria. No hotel, a loira mineira estava lá. Chamei-a. Fui à boceta com muita vontade. Ela não quis dar o cuzinho na segunda dela, terceira minha. Fodi de novo a boceta. Paguei e fui dormir. Uma gatinha e uma balzaquiana numa noite. Minha viagem que começou no Rio, contabilizava 4 mulheres rabudas e bem fodidas ! Uma loba de 48 anos. duas balzaquianas, uma casada e outra desquitada( a do hotel ) e a noivinha. Que rabo tem a noivinha !


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